Brasil abre 112 mil empregos formais em março, diz Caged

Posted by Administrador On abril - 18 - 2013 ADD COMMENTS

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O Brasil registrou abertura de 112.450 vagas formais de trabalho em março, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira. Pesquisa da Reuters feita com analistas de mercado mostrou que a mediana das expectativas era de abertura de 110 mil vagas.
O resultado do mês passado, o melhor dos últimos três anos para meses de março, ficou inferior aos 123.446 empregos gerados em fevereiro e acima das 111.746 vagas abertas em março de 2012, nos dados sem ajustes.
A oferta de emprego com carteira assinada no mês passado foi puxada pelo setor serviços, com 61.349 vagas, já descontadas as demissões. A indústria da transformação registrou contratação líquida de 25.790 trabalhadores e a construção civil admitiu 19.709 operários. Já o setor da agricultura fechou 4.434 vagas.
Ao comentar os dados, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse que o avanço das oportunidades no setor serviços, que influenciou o resultado de março, está ligado à melhora dos salários dos trabalhadores. Ele também argumentou que as oportunidades de trabalho no setor industrial é um sinal de recuperação do setor, e explicou que a seca no Nordeste e a entressafra influenciaram os dados negativos do emprego na agricultura.
O mercado de trabalho é uma das principais variáveis que sustentam o crescimento econômico, neste momento em que a retomada da economia ainda não deu sinais consistentes. Mesmo assim, a demanda já começou a dar sinais de cansaço, com as vendas de varejo tendo registrado em fevereiro a primeira queda em quase dez anos, afetadas pela inflação ainda elevada.
Ainda ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reniu e a expectativa do mercado é de que eleve a Selic, hoje na mínima histórica de 7,25% ao ano. Em relação ao nível de desemprego, o último dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), refere-se a fevereiro quando a taxa ficou em 5,6%, o nível mais baixo para esses meses desde o início da série em 2002.

 

Fonte:  Reuters News

Oportunidades estão distribuídas por todas as filiais da companhia no Brasil.

A Simpress, empresa de outsourcing de impressão, está selecionado profissionais para mais de 200 oportunidades de emprego. Os selecionados vão atuar nas filiais da companhia nos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.

A empresa busca profissionais com níveis médio, técnico e superior para preencher vagas nas áreas de Atendimento, Vendas, Logística, Financeira, Administrativo, RH e Treinamento, Almoxarife, Projetos, Eletrônica e Operacional.

Mais detalhes das vagas em aberto e o cadastro dos currículos pode ser realizados no linkhttp://www.simpress.com.br/Carreiras.aspx.

FONTE: administradores.com.br

A partir do dia 1º de fevereiro o empregador é obrigado, no momento da rescisão contratual, a fornecer ao ex-empregado o novo TRCT, o Termo de Quitação ou Termo de Homologação.
Nos termos da Portaria Nº 1.057/2012, do Ministério do Trabalho e Emprego, desde 1º de fevereiro todos os empregadores deverão utilizar o novo modelo do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho – TRCT, quando do afastamento de seus empregados. A mudança foi publicada no Diário Oficial da União de 9 de julho de 2012.
O Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho – TRCT, é documento exigido para solicitar a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e para habilitação no auxílio-desemprego.
A mudança é importante, pois o novo modelo de TRCT fica mais completo, possuindo mais campos e agora todas as verbas aparecem discriminadas. Para exemplificar, no modelo anterior, a parcela de horas extras aparecia em apenas um campo, no modelo a ser implantado vêm detalhadas pelo valor do adicional, que pode variar dependendo do horário e do dia em que é realizada a hora extra. Com isso a empresa terá que detalhar as verbas rescisórias, e o empregado poderá confrontar se tudo está certo.
Outras parcelas que deveram aparecer devidamente detalhadas são o 13º, na forma integral e ou proporcional, férias acrescidas de um terço constitucional, também na forma integral e ou proporcional, os adicionais de periculosidade ou insalubridade, também deverão estar devidamente detalhadas no novo TRTC.
Com a mudança, também foram criados mais dois formulários, o Termo de Quitação, que será entregue para aqueles empregados que rescindiram o contrato de trabalho com menos de um ano de serviço e o Termo de Homologação, exigida por lei, que será fornecido aos trabalhadores que permaneceram mais de um ano na mesma empresa. Homologação que consiste na verificação se todas as verbas foram devidamente pagas, constatação esta realizada pelo Sindicato da Categoria, pelo MTE, ou pelo Ministério Público.
A partir do dia 1º de fevereiro o empregador é obrigado, no momento da rescisão contratual, a fornecer ao ex-empregado o novo TRCT, o Termo de Quitação ou Termo de Homologação, dependendo do tempo de serviço prestado aquela empresa, caso contrário, o empregado demitido deve procurar o ministério e fazer a denúncia.
Depois desta data, não será aceito o modelo antigo do TRCT para pleitear a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) junto a uma das agências da Caixa Econômica Federal ou o auxílio-desemprego a alguma unidade do Ministério do Trabalho.

A partir do dia 1º de fevereiro o empregador é obrigado, no momento da rescisão contratual, a fornecer ao ex-empregado o novo TRCT, o Termo de Quitação ou Termo de Homologação.
Nos termos da Portaria Nº 1.057/2012, do Ministério do Trabalho e Emprego, desde 1º de fevereiro todos os empregadores deverão utilizar o novo modelo do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho – TRCT, quando do afastamento de seus empregados. A mudança foi publicada no Diário Oficial da União de 9 de julho de 2012.
O Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho – TRCT, é documento exigido para solicitar a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e para habilitação no auxílio-desemprego.
A mudança é importante, pois o novo modelo de TRCT fica mais completo, possuindo mais campos e agora todas as verbas aparecem discriminadas. Para exemplificar, no modelo anterior, a parcela de horas extras aparecia em apenas um campo, no modelo a ser implantado vêm detalhadas pelo valor do adicional, que pode variar dependendo do horário e do dia em que é realizada a hora extra. Com isso a empresa terá que detalhar as verbas rescisórias, e o empregado poderá confrontar se tudo está certo.
Outras parcelas que deveram aparecer devidamente detalhadas são o 13º, na forma integral e ou proporcional, férias acrescidas de um terço constitucional, também na forma integral e ou proporcional, os adicionais de periculosidade ou insalubridade, também deverão estar devidamente detalhadas no novo TRTC.
Com a mudança, também foram criados mais dois formulários, o Termo de Quitação, que será entregue para aqueles empregados que rescindiram o contrato de trabalho com menos de um ano de serviço e o Termo de Homologação, exigida por lei, que será fornecido aos trabalhadores que permaneceram mais de um ano na mesma empresa. Homologação que consiste na verificação se todas as verbas foram devidamente pagas, constatação esta realizada pelo Sindicato da Categoria, pelo MTE, ou pelo Ministério Público.
A partir do dia 1º de fevereiro o empregador é obrigado, no momento da rescisão contratual, a fornecer ao ex-empregado o novo TRCT, o Termo de Quitação ou Termo de Homologação, dependendo do tempo de serviço prestado aquela empresa, caso contrário, o empregado demitido deve procurar o ministério e fazer a denúncia.
Depois desta data, não será aceito o modelo antigo do TRCT para pleitear a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) junto a uma das agências da Caixa Econômica Federal ou o auxílio-desemprego a alguma unidade do Ministério do Trabalho.

FONTE: gp1.com.br

Meses sem receber salário, recolhimento irregular do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) pela empresa e situações constrangedoras de assédio moral são faltas graves do empregador que fazem os empregados com frequência recorrerem à Justiça do Trabalho para buscarem o reconhecimento de rescisão indireta do contrato de trabalho.

Cada vez mais utilizada pelos trabalhadores quando os empregadores descumprem o contrato de trabalho, a rescisão indireta já foi chamada de “justa causa patronal” pelo ministro Renato de Lacerda Paiva (foto), do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Para ser reconhecida em juízo, a rescisão indireta deve se encaixar em algumas das situações listadas pelo artigo 483 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Reconhecida a rescisão indireta, o empregador tem que pagar ao ex-funcionário todas as verbas rescisórias, da mesma forma como se o tivesse demitido imotivadamente, inclusive a indenização de 40% sobre o FGTS. Isso porque a rescisão teve origem em uma quebra de contrato por parte do empregador.

Apesar da iniciativa formal para a rescisão também ser do empregado, a motivação é diferente da do pedido de demissão, situação em que o trabalhador pede para sair da empresa por interesses pessoais e por essa razão não tem direito a nenhuma indenização nem liberação de FGTS.

O TST examinou em 2012 inúmeros processos envolvendo rescisão indireta. Pelas diversas Turmas e pela Seção Especializada em Dissídios Individuais passaram casos em que os empregados, por não tolerarem mais o comportamento abusivo do empregador, pediram demissão ou até abandonaram seus empregos, e depois ajuizaram ação pedindo reconhecimento da rescisão indireta.

Cláusulas econômicas do contrato

Compromisso essencial do empregador, a falta de pagamento de salário foi causa de rescisão indireta de trabalhadores rurais que ficaram meses sem receber salário, em um dos casos com ocorrência inclusive de fraude envolvendo sindicato que homologou pedido de demissão em vez de rescisão indireta. Em um dos casos, o empregado tentou mas não conseguiu receber também indenização por danos morais.

A falta de pagamento de salários por três meses, só que desta vez tendo como foco uma multa de cerca de R$ 2 milhões, envolveu um jogador de futebol profissional conhecido como o meia Branquinho. Ele buscou na JT o reconhecimento da rescisão indireta do contrato com o Rio Preto Esporte Clube e cobrou em juízo a multa milionária referente à cláusula penal estipulada em contrato para o caso de alguma das partes, atleta ou clube, descumprir o contrato.

A rescisão indireta foi reconhecida, mas a multa aplicada não foi a que o atleta pretendia. O TST entendeu que a rescisão do contrato do jogador de futebol pela falta de pagamento de três meses de salário, como no caso, acarreta ao clube o pagamento da multa do artigo 479 da CLT, e não da cláusula penal prevista no contrato de trabalho do atleta.

Outro atleta que também conseguiu o reconhecimento da rescisão indireta, mas desta vez pela falta de pagamento de parcelas relativas ao direito de uso da imagem, foi o ex-jogador do São Paulo Futebol Clube conhecido como Dill. A Sexta Turma condenou o clube ao pagamento do valor respectivo, no total de R$ 469 mil (referente a julho de 2004), concluindo que, mesmo não tendo natureza salarial, as parcelas estipuladas no contrato de cessão de imagem eram parte acessória do contrato de trabalho.

Outra falta grave do empregador, de cunho econômico, que é motivo para a rescisão indireta de contrato de trabalho, conforme alínea “d” do artigo 483 da CLT, é a ausência de recolhimento ou o recolhimento irregular de FGTS. Esse entendimento foi aplicado pela Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), ao examinar o recurso de um professor do Paraná, e pelas Oitava e Quinta Turmas, que analisaram processos originados com reclamações, respectivamente, de um contador e de uma professora paulistas.

Ao tratar do assunto na SDI-1, o ministro Renato Paiva destacou que o recolhimento do FGTS, por ter natureza alimentar, é “cláusula contratual imprescindível à manutenção, à sobrevivência e à dignidade do trabalhador”. E mais: ele considera que o reconhecimento da rescisão indireta supõe a ocorrência de “justa causa patronal”.

Ainda de caráter econômico foi a falta cometida pela empregadora de uma servente de limpeza que ficou sem receber vale-transporte da empresa, apesar de descontado do salário dela, que chegou a gastar cerca de 41% do salário com transporte. A trabalhadora conseguiu não só o reconhecimento da rescisão indireta como também uma indenização por danos morais de R$ 10 mil.

Constrangimento moral

Nos casos de ofensas verbais a um trabalhador rural que protestou por melhores condições de trabalho e foi demitido por justa causa; revistas íntimas visuais que geravam atitudes e comentários constrangedores e vendedor vítima de discriminação homofóbica, além de haver reconhecimento da rescisão indireta, também houve obrigação do pagamento de indenização por danos morais por parte dos empregadores.

A falta de segurança no trabalho, criando trauma psicológico em um empregado que viu colegas serem vítimas de acidente com botijões de gás e era obrigado a trabalhar sem condições, levou-o a pedir demissão. Ele obteve a conversão do pedido de demissão em rescisão indireta, com base na alínea “c” do artigo 483.

Rescisão indireta indeferida

Nem todas as situações desagradáveis ao empregado podem ser motivo de rescisão indireta. É o caso, por exemplo, de um empregado transferido de São Paulo para Campinas após 12 anos de trabalho na capital paulista. Para o TST, não houve rescisão indireta, pois o contrato de emprego previa a transferência de local de prestação de serviços.

Frustrada também foi a tentativa de duas empregadas demitidas por justa causa por abandono de emprego porque deixaram de comparecer ao serviço após terem descoberto que, no banheiro que utilizavam, havia um buraco pelo qual os colegas homens as espionavam. Segundo contaram em juízo, depois de reclamarem a seus superiores e nada ter sido feito, elas registraram boletim de ocorrência e não mais retornaram ao trabalho.

Após a demissão, elas ajuizaram a reclamação para converter a demissão pelo abandono de emprego em rescisão indireta, mas perderam a causa. Pela provas produzidas nos autos, suas alegações não convenceram, pois o buraco era tão pequeno que apenas vultos podiam ser vistos através dele. Na sentença, o juiz reconheceu a rescisão por justa causa. A decisão foi mantida em todas as instâncias da Justiça do Trabalho.

Outro demitido por abandono de emprego e que não conseguiu reverter a justa causa em rescisão indireta foi um anestesista que alegou assédio moral do hospital em que trabalhava. Ele foi transferido do setor de cirurgias cardíacas para o de cirurgias geral e plástica, o que lhe causou redução salarial. Segundo o médico, a mudança ocorreu por perseguição por parte da chefia, que teria passado a tratá-lo com extremo rigor após a publicação de uma entrevista na qual criticou o mercado de trabalho para os anestesistas.

Ele emitiu um comunicado à empresa e parou de trabalhar, ajuizando ação com o pedido de reconhecimento da rescisão indireta do contrato de trabalho e indenização por danos morais. O juízo de primeira instância indeferiu as duas pretensões e entendeu que o comunicado do médico tinha valor de pedido de demissão. A decisão foi mantida até a Oitava Turma do TST.

Por fim, em situações que lembram investigações de detetives, a Justiça do Trabalho desvendou conluios entre as partes, cujo pedido ou falta de pedido de rescisão indireta foi o que desencadeou a descoberta da fraude. Em uma delas houve fraude de fazendeiro com uma trabalhadora rural que lhe prestava serviços gerais e ajuizou ação pedindo a rescisão indireta. O empregador, sem advogado na audiência, nem sequer questionou o valor de R$ 154 mil pretendido pela empregada, o que motivou a desconfiança do juiz. O pedido foi negado.

Mais um caso de fraude que chegou até à SDI-1 foi de um chefe da Associação Hospitalar e Maternidade de São Paulo. Ele ajuizou várias reclamações e disse fazer parte da diretoria, recebendo mais de R$ 7 mil de salário. Quem comparecia às audiências eram outros diretores da associação, que não questionavam os valores e faziam acordos fraudulentos, se revezando com ele em outras ações. Como ele alegava que estava há anos sem receber salários, chamou a atenção a ausência do pedido de rescisão indireta. Com os acordos fraudulentos ele receberia mais de 1,2 milhão.

Artigo 483 da CLT

A rescisão indireta tem como base esse artigo da CLT. Ele prevê que o empregado pode considerar rescindido o contrato e pleitear indenização quando forem exigidos serviços superiores às suas forças, proibidos por lei, contrários aos bons costumes, ou alheios ao contrato; for tratado pelo empregador ou superiores hierárquicos com rigor excessivo; e correr perigo evidente de mal considerável.

Além disso, o mesmo ocorre se o empregador não cumprir as obrigações do contrato; reduzir o seu trabalho, realizado por peça ou tarefa, reduzindo salário; ou ele ou seus prepostos praticarem ato lesivo da honra e boa fama contra o empregado ou pessoas de sua família ou ofenderem-no fisicamente, exceto em legítima defesa ou de outra pessoa.

FONTE: direitonet

Dicas de emprego: como os recrutadores usam as mídias sociais?

Posted by Administrador On fevereiro - 5 - 2013 1 COMMENT

As mídias sociais já se tornaram parte integral das nossas vidas, e é claro que os gerentes de Recursos Humanos naturalmente vão se voltar para elas quando quiserem saber um pouco mais a respeito de algum candidato à vaga de emprego. Mas o que será que eles realmente procuram nessas buscas?
O pessoal do DigitalTrends conversou com alguns profissionais do setor de RH para descobrir como eles usam as mídias sociais para filtrar os candidatos. Além disso, também compilaram algumas dicas para ajudar você a manter suas contas nas redes sociais com uma “boa aparência” em caso de uma visitinha inesperada de um potencial empregador.
Jeffrey Newman, o diretor de recrutamento da empresa Marcum Search, disse que tudo gira em torno de Linkedin na busca por perfis de candidatos nas redes sociais, mas também diz que sempre usa o Facebook para ter uma ideia melhor de como a pessoa se comporta em uma situação menos profissional. Mas, por outro lado, Newman também disse que, pessoalmente, não utiliza as redes sociais para desqualificar candidatos.
O gerente de recursos humanos de uma empresa de armazenamento na nuvem, que preferiu não ser identificado, disse que usa tanto o Facebook quanto o Linkedin para encontrar conexões pessoais e profissionais de um candidato. No entanto, ele destaca que a utilização das postagens pessoais para desclassificar um candidato durante o processo seletivo é contra as políticas da empresa.
Já o diretor de recrutamento do Tumblr, Sean McDermott, confia um pouco menos no Facebook e utiliza o Linkedin, Twitter e, obviamente, o Tumblr para realizar pesquisas a respeito dos candidatos.
Dica: Verifique se as informações contidas no currículo que você enviou para a empresa a qual se candidatou são realmente as mesmas do seu currículo no Linkedin. Informações contraditórias não vão te ajudar muito.
Uma pesquisa realizada pela AVG mostrou que dois terços dos gerentes de RH navegam por perfis desprotegidos dos candidatos que passam por suas mãos. Sem dúvidas esse é mais um bom motivo para você pensar muito bem antes de sair publicando qualquer coisa em seu perfil.
Mas também existem aqueles candidatos que preferem proteger sua presença nas mídias sociais dos olhos curiosos dos recrutadores, ativando totalmente suas configurações de privacidade. Tony Anscombe, chefe dos produtos gratuitos da AVG, não recomenda que você deixe seu perfil completamente público, principalmente por questões de segurança, mas também não acha que tudo deva ser completamente privado.
O diretor de recrutamento do Tumblr também acha que nem tudo deve ser escondido, já que eles desejam ver a pessoa como um todo. “Eu sempre digo aos candidatos que uma nova oportunidade não se trata apenas do salário, as habilidades, localização ou qualquer um dos outros fatores. São todos eles! Não se trata apenas de um currículo, é sobre a pessoa.”
Uma pesquisa realizada pela AVG mostrou que dois terços dos gerentes de RH navegam por perfis desprotegidos dos candidatos que passam por suas mãos. Sem dúvidas esse é mais um bom motivo para você pensar muito bem antes de sair publicando qualquer coisa em seu perfil.
Mas também existem aqueles candidatos que preferem proteger sua presença nas mídias sociais dos olhos curiosos dos recrutadores, ativando totalmente suas configurações de privacidade. Tony Anscombe, chefe dos produtos gratuitos da AVG, não recomenda que você deixe seu perfil completamente público, principalmente por questões de segurança, mas também não acha que tudo deva ser completamente privado.
O diretor de recrutamento do Tumblr também acha que nem tudo deve ser escondido, já que eles desejam ver a pessoa como um todo. “Eu sempre digo aos candidatos que uma nova oportunidade não se trata apenas do salário, as habilidades, localização ou qualquer um dos outros fatores. São todos eles! Não se trata apenas de um currículo, é sobre a pessoa.”
Em resumo, Newman, da Marcum Search, diz: “Minha opinião pessoal em termos de mídias sociais é nunca publicar alguma coisa que eu não gostaria que minha mãe visse. Se você não seguir essa regra, então eu sugiro que você limpe a sua presença online “.

FONTE: Canaltech

http://canaltech.com.br/dica/comportamento/O-que-voce-deve-saber-sobre-como-os-recrutadores-usam-as-midias-sociais/#ixzz2JzQW0HSD

O mercado de trabalho brasileiro continuará aquecido nos próximos meses, afirmou nesta terça-feira (8) o pesquisador da área de economia aplicada do Ibre/FGV (instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) Fernando de Holanda Barbosa Filho.

A avaliação do especialista é baseada no IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego), que caiu 0,3% na passagem de novembro para dezembro, feitos os ajustes sazonais.

“Essa variação denota estabilidade, ou seja, o mercado de trabalho continua aquecido. A tendência ainda é de um mercado de trabalho apertado”, afirmou o economista.

Também divulgado nesta terça-feira pela FGV, o ICD (Indicador Coincidente de Desemprego) recuou 2,4% em dezembro na comparação com novembro.

Nesse período, o ICD atingiu o segundo menor nível da série histórica, 60,9 pontos, superior apenas ao de dezembro de 2011, de 60,4 pontos. O ICD busca antecipar os resultados da PME (Pesquisa Mensal do Emprego), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Por isso, Barbosa Filho acredita que a taxa de desocupação medida pela PME, que estava em 4,9% em novembro, caia em dezembro.

“Esperamos que a taxa de desocupação da PME entre novembro e dezembro caia, mas muito pouco. Ela deve ficar em um patamar semelhante ao de dezembro de 2011″, disse o economista, referindo-se ao mês em que a taxa de desocupação da PME chegou a 4,7% — o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2002.

FONTE:  Folha de São Paulo.

Os números positivos sugerem que o mercado de trabalho, especialmente no setor de serviços, ainda resiste ao baixo crescimento da economia.

A locomotiva econômica brasileira perdeu força em 2012, mas, mesmo com o país crescendo pouco, as contratações com carteira assinada continuam aumentando, ainda que em um ritmo mais lento. O Brasil encerrou o ano com desemprego historicamente baixo, apesar da economia mais fraca. O que parece contraditório tem explicação, segundo André Loés, economista-chefe do Banco HSBC.

“O mercado de trabalho sempre leva mais tempo para se ajustar do que os demais mercados, ele tem uma série de rigidez, mas, neste momento, a questão de falta de mão-de-obra mais especializada no Brasil está fazendo com que essa dicotomia permaneça mais tempo do que o normal”, afirma Loés.

O que também explica o baixo desemprego é o fato de setores que demandam muita mão de obra, como comércio, serviços e construção civil, estarem sustentando a atividade econômica no país.

A indústria, o setor que tem o pior desempenho da economia, consegue funcionar com muitas máquinas, sem empregar tanta gente. Quando vai mal, o impacto no mercado de trabalho não é tão grande. O especialista em mercado de trabalho diz ainda que a demografia é mais uma razão para o emprego em alta com a economia desacelerando.

“A população brasileira cresce cada vez menos. Isso significa que, a cada ano, menos gente, menos jovens, chegam ao mercado de trabalho. O emprego cresce, mas tem menos gente para ocupar esses empregos. Por causa da demografia, mesmo que a gente tenha pouco crescimento econômico, a taxa de desemprego pode ficar baixa durante muito tempo”, diz Hélio Zylberstajn, professor de Economia do Trabalho da FEA-USP.

FONTE: Carla Modena – Jornal da Globo (Tv Globo)

Estrangeiros miram mercado de trabalho brasileiro.

Posted by Administrador On fevereiro - 5 - 2013 ADD COMMENTS

As recentes quedas de ações em países da Europa e a preocupação cada vez maior com uma recessão econômica nos Estados Unidos fazem com que os estrangeiros mirem o mercado brasileiro. Somado a isso estão o aquecimento da economia nacional e a expectativa de uma enxurrada de contratações. Segundo o guia salarial da consultoria internacional HAYS Recruiting Experts Worldwide, 80% das empresas do Brasil vão contratar este ano, contra 53% da Itália e 44% de Espanha e Portugal.
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o número de autorizações para estrangeiros trabalharem no País cresceu 13% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período em 2010, e 30% em 2010 em relação a 2009. Americanos foram os que mais solicitaram visto, seguidos por filipinos, ingleses, indianos e alemães.
Paulo Sérgio Almeida, coordenador-geral de Imigração do MTE, justifica o aumento por conta dos crescentes investimentos no Brasil, especialmente nos setores industrial, de óleo, gás e energia. “Isso está caracterizado pela aquisição de equipamentos no exterior e implantação no país de novas empresas de capital estrangeiro”, afirma Almeida.
Ponte aérea
André Magro, gerente de recrutamento para a área de recursos humanos da HAYS Recruiting Experts Worldwide, diz que entrevista cerca de dois estrangeiros por semana interessados em trabalhar no Brasil. Em sua maioria, europeus, americanos e profissionais de países de língua espanhola.
“São executivos que já estão trabalhando no Brasil e pretendem ficar, ou estão de passagem por aqui e querem prospectar o mercado nacional. Eles disputam cargos de média e alta gerência, com salários em torno de R$ 12 mil”, explica Magro.

Não são apenas os profissionais que voltam os olhos para o Brasil. Segundo André Rapoport, vice-presidente de RH para a América Latina no Grupo Sanofi, existe uma mudança de foco das corporações. “Elas estão deixando de mirar os mercados mais tradicionais, como Europa e EUA, para voltar a atenção aos mercados emergentes. A sede do grupo na América Latina, por exemplo, é em São Paulo. O objetivo é fazer com que exista uma maior proximidade com a região”, explica.
Para integrar o time que comandará as ações na América Latina, no Brasil o Grupo Sanofi contará com profissionais contratados da França, Panamá, Colômbia e Argentina. “Chamamos também brasileiros que estavam no exterior e demonstraram interesse em voltar. Precisávamos criar um grupo heterogêneo e diverso. Serão 14 estrangeiros na companhia até o final do ano”, diz Rapoport.
Preferência nacional
Apesar da grande oferta de candidatos – só no site do Monster Brasil, por exemplo, há cerca de 340 mil estrangeiros interessados em vagas no país – e de uma boa receptividade para essa mão de obra em áreas como finanças e TI, as empresas brasileiras geralmente preferem contratar seus conterrâneos. “Há problemas com o idioma e a cultura, além de questões burocráticas como a obtenção de visto”, afirma Magro.
O advogado trabalhista Marcos Alencar, do escritório Dejure, de Pernambuco, diz que não há lei no Brasil que obrigue a empresa a preterir o estrangeiro quando este disputar uma vaga com um brasileiro. “O que pode ser feito, para as profissões que se sintam ameaçadas, é criar uma cláusula na norma coletiva impedindo que as empresas contratem estrangeiros. Esta é a forma mais breve para atender a reserva de mercado”, explica.

FONTE: economia.ig.com.br

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Mercado de trabalho ainda diferencia homens e mulheres quanto a salário e cargos de chefia. Entrevista com Tatau Godinho, secretária nacional de Avaliação de Políticas e Autonomia Econômica das Mulheres.
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